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3 de agosto de 2011

The most boring and great hero



Assisti nessa semana Capitão América - O Primeiro Vingador sem conhecer quase nada da sua complexa história - a qual só sei que é complexa devido a uma carona com @matheusipv onde tive que ouvir todas ramificações de sua história no mundo Marvel. Sendo assim, me perdoe a aparente superficialidade.

Steve Rogers é o típico loser que se torna herói assim como Peter Park, Bruce Wayne, Cebolinha e tantos outros que vemos por aí. Em geral, todo super herói de sucesso parece que precisa:

- Sofrer bullyng
- Ter father issues
- Não pegar ninguém
- Ser rejeitado pela sociedade
- Usar um uniforme muito cafona
- Ser um stalker da menina mais bonita da cidade

Claro que tudo isso é só nos primeiros minutos porque depois a coisa toda anda e evolui, né?



Já reparou que esse perfil se conecta com a massa da sociedade de hoje? Pense bem e me diga se você não se encaixa ou já se encaixou em pelo menos dois dos tópicos acima. Todos nós sonhamos em um dia deixar esse submundo que vivemos pela glória de ser reconhecido pelo nosso altruísmo. O que vemos nos blockbusters é um reflexo de um anseio natural da humanidade que é saciado através da película. Afinal, todos queremos fazer algo empolgante com a nossa vida além de trabalhar todos os dias para se manter vivo.

De qualquer forma, Steve Rogers se destacou pra mim. No filme não havia sangue, cabeças rolando, grandes lutas coreografadas, nem super poderes - "apenas" o apocalipse nosso de cada dia. Pera aí gente! A arma dele é um escudo? Escudo não é ataque, é defesa! Ele não voa? Não salta de prédios? Tem que ver isso aí porque o Tio Sam escolheu justo ele para ser seu representante na luta contra Hitler, para ser (dentro várias opções) o herói que representa a América.

A diferença se baseia no fato de que ele não é um super herói - ele é eu e você que não temos nada de útil aparente para oferecer. Somos fracos e por várias vezes ficamos no banco de reserva (e olhe lá), apanhamos dos mais fortes nos becos da vida, somos comparados com os estereótipos, somos medrosos e nos sentimos incapazes até que alguém decida confiar e investir em nosso potencial. Alguém que enxergue o que ninguém mais conseguiu enxergar.

O que ele tem que muitos não tem é a determinação de lutar por uma causa que não é sua mesmo que isso signifique se jogar em cima de uma granada enquanto todos da equipe tentam se defender. O que ele tem que muitos não tem é a confiança que dentro dele reside tudo que ele precisa para ser quem nasceu pra ser.

E é por isso que muitos que nasceram para ser Capitão América continuam sendo Steve Rogers.

3 de abril de 2008

JUMPERS E PALADINOS

Estamos em 2008 e você ainda não suporta filmes de heróis?
Se esse é o seu caso então o post acaba aqui para você.
Vai ler outro blog enquanto isso.

Quer continuar lendo?
Então me conta por que eles insistem em inventar e reinventar heróis e levá-los ao cinema? É sério! Daria para criar um tipo de “Herowood” só com as próximas produções envolvendo heróis (alguns são até animais) que irão chegar aos cinemas neste ano.

Ainda assim, é possível encontrar uma subdivisão de filmes de heróis: aqueles em que o herói passa 60 minutos tendo a sua vida contada até a ação começar de verdade e aqueles em que após 5 minutos de história a ação começa e vai até o final e quando acaba você pensa: Mas já? O que acontece depois?

Sendo assim, em qual subdivisão você acha que Jumper está?
Acertou se optou pela segunda. O filme mostra um novo tipo de herói: um jovem egoísta, que passa boa parte da juventude pensando só em si mesmo e tirando vantagem de tudo. Parece que nem reencontrando o amor da sua vida (a coisa mais clichê) isso muda, ele ainda continua sendo egoísta.

Mesmo assim, o que faz de Jumper o bom filme é que nós não somos forçados a ouvir explicações absurdas para tudo e nem a entender exatamente o que está acontecendo. Estamos quase que na mente do personagem principal descobrindo as coisas no mesmo tempo que ele e isso pode ser surpreendente!

Não vou ficar aqui te dando razões para assistir, mas pode corre lá e assista assim mesmo porque além de bacana, o filme deixa várias perguntas no ar e ainda traz como garota linda/inocente/indefesa principal a Rachel Bilson (Summer de The O.C).

PS: Só sabe o que é um paladino quem fez uma busca no Google ou quem teve paciência e assistiu ao filme.

3 de março de 2008

JUNO: A GAROTA COM UM PLANETA DENTRO DE SI

Depois de todo sucesso feito no Oscar e de ler os mais variados comentários sobre JUNO, resolvi reservar um tempo no sábado para assistir ao filme. Alguns filmes hoje em dia se tornaram quase necessários para nos mantermos bem informados e conscientes do que tem chamado a atenção das pessoas.

A história é bem comum em qualquer bairro de qualquer cidade de qualquer país do mundo: uma adolescente de 16 anos grávida sem saber exatamente o que fazer com o bebê. Quando me dei conta de que esse era o tema pensei nos mais prováveis clichês que aconteceriam, mas não foi bem isso que encontrei. A história toda nos surpreende, as atuações estão excelentes e cada personagem soa tão humano, tão cheio de erros, que parece que ao abrir a minha porta posso encontrar Juno com um planeta dentro de si, como ela mesma disse.

Acho que o que mais nos prende também ao filme é a narração no maior estilo bloguístico e a trilha sonora. A garota conta a sua história sinceramente como uma blogueira escrevendo em seu diário sendo embalada por muita música de qualidade que faz do filme mesmo tendo um baixo orçamento ser o sucesso que é. Juno entrou para a minha lista de melhores filmes de 2008.

23 de fevereiro de 2008

UMA VERDADE INCONVENIENTE



Como prometido, cumpri nessa semana a minha primeira meta para um ano mais verde: assisti ao documentário UMA VERDADE INCONVENIENTE de Al Gore, mas quando cheguei ao fim já não achei mais que esse seria um ano verde, porém mais vermelho.

Lembra daqueles gráficos mostrando que em cem anos a terra estaria mais quente? Lembra daquelas histórias que diziam que o mundo iria acabar daqui a duzentos mil anos quando um meteoro atingisse a terra? Era tudo mentira, era tudo engano. No documentário, Al Gore não usa nenhum gráfico que meça além de 50 anos. Todas as previsões feitas são para essa geração e uma coisa eu te garanto: não é um futuro do qual nós sonhamos fazer parte.

O aumento da temperatura, as inundações, os desastres, tudo aumentou monstruosamente nos últimos cinco anos e continua a mudar numa velocidade cada vez maior. É como um carro que quanto mais rápido, mais perigoso e letal fica. Ao fim do documentário já não achei mais que estamos tão longe do Apocalipse. A verdade? É mesmo inconveniente. Me dá vontade de ignorá-la, mas não sei se poderemos agüentar por muito tempo.

Acho que de todo o documentário o que mais me surpreendeu foi o seu final. Ao invés de um contentamento com o fim da raça humana Al Gore nos enche de esperança, nos chama a assumir o nosso papel, nos chama a mudar o mundo. Sinceramente? Se o mundo tem mudado tão rápido para pior através de nossas ações, acho que ainda podemos reverter isso... Também através de nossas ações.

Já dizia o velho ditado: Toda ação leva a uma reação de impacto equivalente ou maior.

21 de fevereiro de 2008

RESIDENT EVIL 3: JÁ ERA HORA DA EXTINÇÃO

Chega nas locadoras neste mês a última parte da trilogia Resident Evil, mas eu acho que estou numa maré ruim de filmes. Assisiti Cloverfield e não gostei (a crítica amou), e agora assisti RE3 e também não gostei.

Acho que o motivo é em parte dado ao filme Eu sou a lenda, que por incrível que pareça (ou não tão incrível assim) tem quase a mesma história: últimas pessoas da terra em busca das outras últimas pessoas da terra enquanto são atacadas por zumbis. Quer saber? A minha cota de zumbis no cinema chegou, não dá mais!

Em RE3 existem milhares deles no deserto, muitas lutas (essa parte foi legal) com a nossa querida Alice... Mas senti falta de uma mulher a sua altura lhe ajudando. Faltou também no filme toda a criatividade que só eles tiveram para fazer o primeiro e segundo filme. E o final? Esse também não foi legal, nem o "chefão-zumbi" do filme foi tão bem feito.


Uma das cenas iniciais do filme

E pra finalizar... O fim do filme foi como os outros, sempre com uma história nova para começar um próximo filme, que não haverá dessa vez. Quando vi o exército de clones da Alice surgindo naquela sala escura disse pra mim mesmo: já era hora da extinção. A história já tá além do cabível (até para a minha mente fértil) e depois deste terceiro filme só teremos Resident Evil se for no espaço! (Será?)

8 de fevereiro de 2008

O QUE VOCÊ FARIA COM R$20,00?

** CRÍTICA DO FILME CLOVERFIELD
O que você faria com 20,00?
Uns comprariam uma camisa na promoção.
Outros talvez uma pizza com os amigos.

E o que eu faria? Aliás, o que eu fiz? Comprei muito chocolate e meu ingresso para assistir Cloverfield no cinema. Agora você me pergunta: Em qual das opções anteriores a grana foi mais bem gasta? Minha resposta é uma só: Em qualquer opção que não tenha sido assistir ao filme Cloverfield.

O filme é simples e puramente uma #@$%@&*! Não vale nem pelos trailers que vieram antes. Quando acabei de assistir me senti preparado para nunca mais assistir LOST ou qualquer outro projeto que envolva JJ Abrams. Ok. Peguei pesado, mas essa é a sensação que tive e isso não tem flashback ou flashforward que vá mudar. A história dos personagens é bem fraca, já a do monstro, nem existe. Ele simplesmente saiu da água e foi parar na cidade. Qualquer explicação além dessa é puro chute porque o filme não diz nada concreto. E como era o tal monstro? Até agora não sei exatamente. Eu o vi passando pra lá e pra cá, em certo momento focalizaram bem em seu rosto... Mas se juntar tudo continua um quebra cabeça. Nesse momento fiquei imaginando que era o Godzilla, pelo menos assim eu me frustrei menos.

Talvez eu tenha odiado tanto por não estar preparado para filmes feitos como se fosse com uma câmera caseira. Toda a movimentação e falta de foco da câmera no dito cujo me deram muita dor de cabeça. E pensar que carreguei pra sala do cinema dois amigos quase forçados dizendo: Vai ser demais!

Coitados... No fim do filme eles só ouviram palavrões da galera de trás dizendo o quanto odiou o filme. Eu faria dos palavrões deles a minha palavra, mas acho que não seria adequado ao momento. Concluindo... Para mim foi uma decepção, para muitos críticos o melhor filme dos últimos meses... Você assiste e depois fala o que achou.

7 de fevereiro de 2008

O ÚLTIMO HOMEM DA TERRA

Assisti ontem ao filme Eu sou a lenda e é claro que gostei do que vi, mas o que vou comentar a seguir são detalhes para quem já assistiu:

A humanidade pessoal em conflito - achei bárbara a forma como foi feita a comparação entre a humanidade dos homens infectados e a de Neville, Will Smith. Em alguns anos (acho que 3) as pessoas infectadas deixaram totalmente de ser humanas (psciologicamente falando), passando a viver apenas por seus instintos, enquanto Neville durante esse tempo tentou manter a sua humanidade pessoal mesmo estando só... o que foi visivelmente impossível. O último homem da terra estava sozinho e pouco a pouco se perdendo em meio a sua mente (loucures) e seus desejos. Com isso sem dúvidas aprendemos muito sobre o que estamos vivendo hoje e o caminho que temos trilhado.

A propaganda em lugares estratégicos - um bom publicitário ou nem tão bom assim notou a quantidade de referências e propagandas colocadas no filme. Era nas placas ao redor, nos produtos utilizados... tudo muito bem posicionado. Essa é a nova geração de publicidade que se insere onde menos esperamos e acabam causando um maior impacto. Acho que a maior referência foi logo no início com a logo do Mc Donald´s, onde ela parece por quase um minuto em meio a cidade de Nova York.

7 de janeiro de 2008

CLOVERFIELD E OS OUTROS FILMES DE 2008

E aí? Já começou a pensar nos filmes imperdíveis para este ano?
Eu confesso que em 2007 assisti a poucos, poucos mesmo, mas 2008 não passará em branco e pretendo assistir nem que seja em DVD:

Eu sou a lenda: Will Smith é o último sobrevivente de uma Nova York destruída – ou será que não?

Jumper: Hayden Christensen usa seu fantástico poder de teletransporte para assaltos a banco e pura diversão – estar onde quiser, quando quiser. Os problemas começam quando ele descobre que não é o único com essa habilidade.

10 Mil Anos a.C.: A aventura pré-histórica de Roland Emmerich traz um jovem caçador em uma jornada para resgatar sua amada de um chefe tribal.

O Olho do Mal: Após receber novos olhos em um transplante, mulher começa a ver eventos sobrenaturais.

As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian: Na nova aventura em Nárnia, os irmãos Pevensie tem que ajudar Príncipe Caspian a retomar seu trono.

A Múmia 3: Agora são pai e filho que embarcam em aventuras – desta vez contra uma múmia amaldiçoada da China!

Madagascar 2: Na continuação do filme, Alex, o Leão, descobre sua família na selva africana.

Vestida Para Casar: Katherine Heigl já foi madrinha dos casamentos de todos os amigos, mas nunca encontrou o partido certo. As coisas mudam quando sua irmã está para casar com a paixão de sua vida.

What Happens in Vegas: Cameron Díaz e Ashton Kutcher descobrem-se casados após uma noite de bebedeira em Las Vegas. E, além disso, ganharam uma fortuna.

Untraceable: Diane Lane é uma agente do FBI que caça um serial killer praticamente invisível – a não ser pelos filmes das vítimas que posta na Internet.

Cloverfield: Com a campanha publicitária que movimentou a Internet, o monstro gigante de J.J. Abrams deve destruir Nova York – e, da perspectiva dos pobres humanos, não há nada a fazer.

E para finalizar... anda muito animado com Cloverfield? Então, confira a foto abaixo. Anda circulando na internet que esse é o protótipo do possível monstro do filme, que seria uma espécie de baléia evoluída, modificada... Alguma coisa assim. A verdade? Só saberemos no dia 18!

2 de janeiro de 2008

[BEST OF] CLOVERFIELD

Nesse mês (18.01) chega aos cinemas americanos Cloverfield, o novo filme de JJ Abrams (mesmo criador de LOST) e você pode ter certeza que não será decepcionado. Por que? Abaixo eu listo os 3 melhores motivos para se assistir Cloverfield.

1. A história é bacana: o filme gira em torno do ataque de uma criatura (jamais vista em qualquer lugar) à Nova York através dos olhos das testemunhas que possuem em mãos uma câmera digital. Soa familiar? Pois é, o que não falta hoje em dia são filmes do gênero catástrofe, mas mesmo assim eles ainda fazem sucesso.

2. Ele é o cara. Criador de LOST: quando alguém consegue criar uma trama tão atual e complexa como a de LOST já merece todos os créditos. Como é um filme de ficção já podemos esperar coisas boas e nunca vistas.

3. Só se fala nisso: na mídia americana todos querem saber mais sobre o filme, já que pouca coisa foi divulgada até hoje. Não sabemos quem ou o que é a criatura, o que ela faz, como age... não sabemos nem se é de fato uma criatura, mas temos certeza de que muita destruição vem por aí. Isso sim!

Quer saber mais sobre o filme?
- Veja o trailer
- Acesse o site oficial

28 de setembro de 2007

TUDO EM FAMÍLIA

Ontem resolvi quebrar o gelo e voltar a ver filmes (com tantas séries tenho tido pouco tempo) e escolhi TUDO EM FAMÍLIA (ou Family Stone) para começar. O filme é um original dramedy (drama+comédia) e tem uma história romântica, engraçada e também previsível (cá entre nós, quase todas as comédias de hoje em dia são assim), mas não é por isso que ele é um filme ruim, não, não e não! Está longe disso.

E o melhor: a história reúne o melhor elenco que já assisti nos últimos meses com Sarah Jessica Parker (Sex and the City), Rachel McAdams (The Notebook), Dermot Mulroney (Friends) e Elizabeth Reaser (a Ava de Gray´s Anatomy).

Eu não vou ficar por aqui falando a história toda, mas te garanto que vale a pena assistir! Se quiser ver a ficha completa é só clicar.

21 de junho de 2007

THE WAIT IS OGRE!

Tô dando uma passada rapidinha por aqui. Tempão q não posto nada, mas sexta xegando, férias xegando, niver daqui exatamente 1 mês... vou ter muuuito assunto pra amanhã, isso sem contar q tô indo agora ver SHREK THE THIRD, esperei tanto tempo...é bom q o filme valha a pena!

8 de março de 2007

CLICK e My Super Ex-Girlfriend

Há algumas semanas fui a locadora inspirado para ver bons filmes ao estilo dramedy (drama + comedy) e não é q eu axei dois ótimos? São eles: CLICK e My Super Ex-Girlfriend.

omeçando pelo início...CLICK é perfeito, muito parecido com 50 First Dates (Como se fosse a primeira vez). É daqueles que filmes que no início você rola de rir, no meio você rola de emoção e no final você se recompõe e dá umas gargalhadas para acabar o filme com bom humor.
Minha nota pra CLICK é 10! Adam Sandler esteve ótimo e aquelas crianças são simplesmente so cute!

Pra fechar o weekend com xave de ouro: My Super Ex-Girlfriend (Minha Super Ex-Namorada).
Seriously, q loucura total fazer um filme sobre a vida amorsa catastrófica de uma heroína possessiva! Ficou simplesmente perfect! O filme tem momentos mt engraçados e ainda as situações mais inusitadas vividas pela G-Girl, uma heroína (Uma Thurman) que se apaixona por um mero mortal que ao perceber sua possessividade e agressividade lhe dá um baita pé na bunda. Recomendo pra todos q querem ver um filme de herói sem todo aquele heroísmo e sim com todos os defeitos q um pode ter.

22 de fevereiro de 2007

Lucky Number Slevin

Hold on...axo q esse foi o melhor filme de 2007! Ou pelo menos até agora. Com um elenco de primeira: Josh Hartnett, Lucy "Cute" Liu, Bruce Willis e Morgan Freeman, "Cheque Mate" é excelente desde o primeiro frame. Ainda assim, mesmo com todas as cores em sintonia, personagens excêntricos e ação axo q o q mais me chamou a atenção foram os diálogos que são muito inteligentes e cheios de ironia no melhor estilo de Hollywood. Sem enrolar mt esse é o meu filme predileto no quesito: frases inteligentes.
A melhor delas foi: Há três coisas que devemos procurar na cena de um crime antes de qualquer outra. A primeira é o que estava lá e não está mais. A segunda é o que não estava lá e que agora está. E por último o que foi trocado de lugar. Fala sério? Quanta geniosidade!